Já está disponível o novo número, duplo (67/68). A capa é sobre Obama e a maioria dos artigos é sobre teoria política de Esquerda. Alguns dos autores também escrevem por aqui.
Para obter, contactar finisterra@fundacaorespublica.pt
sexta-feira, 19 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Questão de zeros à direita
Neste país, quando uns estão no poder os erros são humanos. Quando estão outros, os erros passam a ser selvagens. Assim somos todos humanos e selvagens. Ou estarei errado?
Vem isto a propósito de cidadãos que se contactaram pela net, fizeram t-shirts e foram para a porta do Parlamento protestar contra o actual estado da Coisa Pública. Apesar de 9000 assinaturas só 90 apareceram.
Poucos dias depois milhares desfilaram a favor da família e do casamento, leia-se contra o reconhecimento da união entre duas pessoas que se amam independentemente dos sexos.
Não desfasendo da nobreza do mote de ambas as manisfestações, os zeros à direita dos números mostram a disparidade de empenhamento em causas tão diferentes. Afinal, não há falta de empenhamento das pessoas. Elas saem à rua. Mas ainda precisam de pastores. É pena. Pode-se sair das duas maneiras. Com ou sem pastor. É o bem de se viver em liberdade.
Parece existir uma confusão no comportamento dos actores em palco. Direitos, Liberdades e Garantias não são privilégios que distiguem, entre si, diferentes cidadãos do mesmo país. E é na acção separada dos três poderes, Legislativo, Executivo e Judicial, que se pode evitar muitos dos males como os que hoje enfrentamos. Enquanto não se inventar melhor.
Vem isto a propósito de cidadãos que se contactaram pela net, fizeram t-shirts e foram para a porta do Parlamento protestar contra o actual estado da Coisa Pública. Apesar de 9000 assinaturas só 90 apareceram.
Poucos dias depois milhares desfilaram a favor da família e do casamento, leia-se contra o reconhecimento da união entre duas pessoas que se amam independentemente dos sexos.
Não desfasendo da nobreza do mote de ambas as manisfestações, os zeros à direita dos números mostram a disparidade de empenhamento em causas tão diferentes. Afinal, não há falta de empenhamento das pessoas. Elas saem à rua. Mas ainda precisam de pastores. É pena. Pode-se sair das duas maneiras. Com ou sem pastor. É o bem de se viver em liberdade.
Parece existir uma confusão no comportamento dos actores em palco. Direitos, Liberdades e Garantias não são privilégios que distiguem, entre si, diferentes cidadãos do mesmo país. E é na acção separada dos três poderes, Legislativo, Executivo e Judicial, que se pode evitar muitos dos males como os que hoje enfrentamos. Enquanto não se inventar melhor.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Avaliação docente.

Anda aí a azáfama das avaliações "do desempenho" dos docentes. Alguém já pensou em formalizar um princípio fundamental que seria mais ou menos assim:
Dada a lei do rendimento intelectual decrescente, devem penalizar-se severamente os docentes e investigadores que pretenderem (ou afectarem) trabalhar demasiado, e mais ainda os que o façam efectivamente....
Paul Lafargue, Paul Lafargue!!!
(na imagem, citada da Internet)
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Em directo de São Bento
«A tolerância também é preconceituosa», diz um autoproclamado jovem do PP na Assembleia. O BE faz escola, não surpreende onde.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Coração Inteligente

Un coeur intelligent
« Le roi Salomon suppliait l'Éternel de lui accorder un coeur intelligent. Au sortir d'un siècle ravagé par les méfaits conjoints de la bureaucratie, c'est-à-dire d'une intelligence purement fonctionnelle, et de l'idéologie, c'est-à-dire d'une sentimentalité binaire et souverainement indifférente à la singularité des destins individuels, cette prière pour être doué de perspicacité affective a gardé toute sa valeur.” (4.ème couverture du livre Un coeur intelligent. Lectures, d’ Alain Finkielkraut. Encomendei.
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